Informe - APEXBrasil

Projeto Carnaval amplia possibilidades de negócios para o Brasil
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O esforço da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) para aumentar as exportações brasileiras teve uma ação de peso no Sambódromo do Rio de Janeiro como parte do ‘Projeto Carnaval’. A passarela do samba, palco do desfile das escolas do grupo especial, tornou-se também um espaço de oportunidades de negócios entre brasileiros e estrangeiros. |
Mais de 150 empresários, investidores e formadores de opinião, de 29 países, vieram ao Brasil – a convite da Apex-Brasil e de entidades representativas de diversos setores da economia - e estão participando de uma diversificada agenda de negócios que inclui visitas a fábricas, lojas e pólos produtivos de seus respectivos segmentos. A programação compreende ainda uma agenda cultural, e todos tiveram a oportunidade de assistir, no sambódromo, ao desfile das escolas do grupo especial, uma das etapas do Projeto.
“Sem dúvida alguma, já são excelentes os resultados com o Projeto Carnaval, não somente com a agenda de negócios, mas, também, pelo fortalecimento da imagem do Brasil e da Apex no exterior ”, explicou o presidente da Agência, Alessandro Teixeira. “Eventos como o Carnaval, Olimpíadas e Copa do Mundo têm colocado o Brasil em uma posição privilegiada no cenário internacional”.
Para Teixeira, a segunda edição do Projeto mostrou que o Carnaval é, sim, uma excelente ferramenta para o desenvolvimento de uma plataforma de negócios. “O trabalho da Apex-Brasil em trazer empresários estrangeiros para conhecer esse espetáculo, que é o carnaval carioca, mostrou que essa ação é extremamente eficaz para alavancar os negócios”, analisou. “Os empresários ficaram satisfeitos com a agenda de negócios no país, extremamente positiva, e extasiados com a beleza, alegria, versatilidade e criatividade do espetáculo apresentado pelas escolas de samba do Rio”.
As possibilidades de que negócios, nos diversos setores e segmentos, sejam efetivamente fechados são extremamente positivas, segundo a avaliação do presidente da Apex-Brasil. “Tenho certeza de que os resultados serão muito satisfatórios, superando, inclusive, as nossas expectativas”.

Fórmula Indy-300 a Fórmula da Emoção e de muitos negócios
Fonte: Tottalmarketing
Um ToTTal Evento automobilístico, a Fórmula Indy -300, a Fórmula da Emoção acelerada, agora movida a etanol o combustível verde e amarelo do Brasil .
Desde que foi oficializada acontecer, e agora está bem perto, a Formula da Emoção movimentou empresarios, criou oportunidades de negócios, que irão de certo continuar pós corrida, que acontece nos próximos dias 13 e 14 de março, para levar a torcida ao delírio com o desempenho dos carros, principalmente os pilotados pelos veteranos e campeões brasileiros da Fórmula Indy e os que nela já brilham.
E com a estréia da nossa ToTTal Mulher, "pilota e ídala" Bia Figeiredo.
Tudo isso está gerando ao Brasil inumeras oportunidades de negócios, como o que ontem foi formalizado e oficializado, o fornecimento do ETANOL, o bio combustível verde e amarelo, para as Provas da Formula Indy 300 em todo o calendário de 2010.
Essa confirmação, de fornecimento cria um ambiente extremamente novo e favorável ao Etanol Brasileiro no mercado americano, o maior energívoro consumidor do mundo.
Além desse excepcional negócio, a APEX vislumbra o crescimento das exportações de outros produtos, como resinas, softwares, franquias, aviões e outras inteligências e produtos com a marca Brasil.
Destacamos aqui a cachaça Leblon brasileira, que faz campanha lá nos Estados Unidos, enfatizando que Caipirinha original e verdadeira só se faz com uma cachaça brasileira.
Formula Indy 300 uma largada cheia de emoções e com milhões de negócios para emocionar o Brasil, que está trazendo mais de 200 empresários americanos, dentre eles o dono da equipe Elff, brasileiro de sucesso lá nos Estados Unidos que desembarcou, ontem em São Paulo, com o objetivo de conquistar um patrocinador para a temporada americana.
Terminando aproveite e assista um tour visual da pista da Fórmula Indy 300 da Emoção e veja um ToTTal Show de Merchandising e midia out door que vai levar a plateia ao delirio e evidenciar as marcas que mais marcam nossas paixões.

Foundry Brazil promove fundição nacional e amplia base de exportação
Coquetel organizado pela Apex-Brasil e ABIFA dá início às rodadas de negócio, promovendo primeiro contato entre empresas nacionais e internacionais...
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Foundry Brazil promotes national foundry and expands export base
A Cocktail organized by Apex-Brasil and ABIFA promotes the start of the business round tables, providing the first contact among national and international companies...
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CONVÊNIO ABIFA / APEX-BRASIL
O Projeto de Promoção de Exportação de Produtos Fundidos - Foundry Brazil é um Convênio de Cooperação Técnica e Financeira entre a ABIFA – Associação Brasileira de Fundição e a APEX-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) que atua junto com a ABIFA na gestão e no suporte financeiro ao projeto.
Representando as fundições brasileiras, o Projeto visa posicionar o setor como um grande exportador mundial de fundidos através de ações estratégicas de promoção comercial.
Além disso, proporciona as fundições todo o suporte na atividade exportadora.
Este é o 3º convênio com a APEX-Brasil, com 51 empresas participantes, ligadas ao setor de fundição.
Durante a 13ª Feira Latino-Americana de Fundição, o Projeto Foundry Brazil estará presente com três ações:
- Projeto Comprador (Rodadas de Negócios): O Projeto Comprador consiste no encontro promovido no Brasil entre empresários brasileiros ofertantes e compradores estrangeiros demandantes de produtos e serviços, com o objetivo de prover um ambiente propício para a realização de negócios para as empresas participantes. As Rodadas de Negócios vão acontecer em local reservado dentro da FENAF. Estima – se a participação de 45 empresas brasileiras ligadas ao setor de fundição e 15 compradores internacionais originários dos Estados Unidos, Europa e América Latina.
A expectativa de geração de negócios é da ordem de seis a oito milhões de dólares.
Projeto Imagem: Com o objetivo de promover a imagem dos produtos e serviços nacionais do exterior, o Projeto Imagem consiste na visita de formadores de opinião estrangeiros (jornalistas e especialistas) ao Brasil para conhecer melhor o setor e as empresas brasileiras. A idéia é que os formadores de opinião retornem aos seus países contribuindo na divulgação de informações e na construção e consolidação da imagem do Brasil como um país exportador de produtos e serviços ligados ao mercado de fundição. Durante a FENAF serão convidados dois jornalistas de revistas especializadas e a publicação de matérias falando sobre a FENAF, o Projeto Foundry Brazil e o mercado brasileiro.
Espaço Foundry Brazil: O Espaço Foundry Brazil é um estande anexo ao complexo de produtos e serviço do estande da ABIFA onde o objetivo é divulgar para as empresas ligadas ao setor de fundição os produtos e serviços que o projeto oferece. Neste espaço as empresas encontraram informações tais como: adesão ao Projeto Foundry Brazil, os trabalhos desenvolvidos pela APEX – Brasil, como exportar (mercado de fundição), Projeto Tradings, Programa Especial de Incentivos ás Exportações, entre outros.

Brasil reduz Lista de Exceções à TEC de 99 para 92 produtos
Medida aprovada pela Camex e publicada hoje no Diário Oficial da União entrará em vigor no dia 1º de abril
Para atender determinação do Mercosul, a Câmara de Comércio Exterior (Camex) publicou hoje (27/3) no Diário Oficial da União, a Resolução nº 17, que reduz de 99 para 92 itens a composição da Lista Brasileira de Exceções à Tarifa Externa Comum (TEC). A medida faz a exclusão de seis itens do segmento de ferro-peça para locomotivas e o medicamento calcitonina. Aprovada pelo Conselho de Ministros da Camex, em reunião realizada na terça-feira (24/3), a resolução entrará em vigor a partir do dia 1º de abril.
Com a retirada das peças para a indústria ferroviária: bielas (NCM 8409.99.11); blocos de cilindros, cabeçotes e cárteres (NCM 8409.99.12); injetores – incluídos os bicos injetores (NCM 8409.99.13); pistões ou êmbolos (8409.99.20); virabrequins (8483.10.10); e outros (8483.30.90) da Lista Brasileira de Exceções à TEC, as alíquotas para importação de produtos com esses códigos passam de 0% para 2%. Para o medicamento calcitonina (NCM 3004.39.25) – utilizado no tratamento de pacientes com osteoporose ou doença de Paget dos ossos – a alíquota será de 8%.
Também foi excluído da Lista o código Ex 001 da NCM 3004.90.59 – medicamento com Micofenolato de Mofetila, utilizado para combater a rejeição de órgãos transplantados, que volta a tarifa de 8%; e a inclusão do código Ex 009 da NCM 3004.39.29, o Acetato de Octreotida, com redução da tarifa de 8% para 0%.
A diminuição da alíquota do produto Adiponitrila (NCM 2926.90.91), de 12% para 2%, continua limitada a uma cota de 40 mil toneladas para importações realizadas em até 12 meses, após a vigência. Além disso, foi alterada a redação do texto do Ex 001 do código 8409.99.90, de “camisas soldadas a cabeçotes, para motores diesel com potência máxima igual ou superior a 800 HP, para uso exclusivo em locomotivas diesel-elétricas”.
Alterações da TEC
A Camex publicou ainda a Resolução nº 18, de 26 de março de 2009, que incorpora alterações na Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) e na Tarifa Externa Comum (TEC), de acordo com a Resolução 56/08 do Grupo Mercado Comum do Mercosul. Essas alterações podem ser visualizadas no link abaixo e passam a vigorar na próxima quarta-feira (1º/4).
As modificações buscam aperfeiçoar textos de nomenclatura entre as línguas portuguesas e espanholas, como a posição 64.03 (calçados); fechamento de posições (Juta); abertura de subposições (bonés); abertura de códigos (partes e peças de motores diesel para locomotivas diesel-elétricas e máquinas de costura industriais).
Clique aqui para ler as Resoluções Camex nº 17 e nº 18.
Assessoria de Comunicação Social do MDIC
(61) 2109.7190 e 2109.7198
Aline Cruz Moura
aline.moura@desenvolvimento.gov.br

Apex reforça estrutura no exterior com centros em Pequim e Moscou
17/02/2009 - fonte(s): Gazeta Mercantil
São Paulo, 17 de Fevereiro de 2009 - A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) está reforçando sua estrutura no exterior. Com quatro centros de negócios no mercado externo - o último deles inaugurado em Cuba em novembro -, a agência abre até o final do semestre dois novos centros, um localizado em Pequim, na China, e outro em Moscou, na Rússia.
Também está prevista a abertura, no segundo semestre, de centros de negócios em Johanesburgo (África do Sul), Luanda (Angola), Maputo (Moçambique) e Macau (China). "São mercados que identificamos como prioritários pelo critério de aumento de demanda e de análise de concorrência", diz Alessandro Teixeira, presidente da Apex.
O ritmo intenso de inaugurações não é uma ação isolada. Faz parte de um projeto de reformulação detonado em 2008 com o intuito de mudar a vocação dos centros. Quando assumiu, em meados de 2007, Teixeira decidiu fazer uma análise detalhada dos espaços: verificou custos, modo de operação, modelo jurídico adotado e checou, junto aos exportadores, o que eles achavam da estrutura adotada. "Concluímos que era preciso abandonar a fórmula anterior, calcada na armazenagem pura e simples, migrando para um modelo que visa a geração de negócios", informa o dirigente da agência. Com essa estratégia, acrescenta Teixeira, a Apex passou, inclusive, a auxiliar melhor as pequenas e médias empresas.
Nesse processo de transformação, alguns centros que eram subutilizados foram fechados, caso dos espaços situados em Frankfurt (Alemanha) e Lisboa (Portugal). "Tínhamos a estrutura, mas nenhuma empresa a utilizava. Era só custo para a Apex", diz Teixeira.
Hoje em dia, sob o novo modelo de operação, os centros internacionais não se limitam a ser uma área de estocagem, como antes. "Eles são quase uma incubadora de internacionalização", resume. A empresa exportadora pode até usar apenas a estrutura física do local, mas tem à disposição uma gama muito mais ampla de serviços, como estudos de mercado setoriais, serviços contábeis, agendamento e acompanhamento em reuniões e apoio a eventos. "Atualmente nós damos todos os subsídios para a empresa trabalhar no exterior", ressalta o dirigente da agência de promoção às exportações.
A mudança de rota já começa a dar resultados. No ano passado, o centro de Miami, que trabalha com mais de 100 exportadores, gerou US$ 15 milhões em negócios e o de Dubai, que atende 15 empresas, €15 milhões. Até o centro cubano, que opera há três meses, já fechou contratos e acordos que renderão US$ 42 milhões. A empresa Védat, por exemplo, venderá tampas plásticas de garrafas para a cubana Los Portales e a Brasil 40 Graus fornecerá 1,5 milhão de sandálias à também cubana Combell.
(Gazeta Mercantil/Caderno A - Pág. 8)(Sônia Salgueiro)

BRASIL TECNOLÓGICO 2009
Apex-Brasil e ABIFA o convidam a participar da 4ª edição do Brasil Tecnológico, a se realizar de 26 a 28 de maio de 2009, em Lima.
O BRASIL TECNOLÓGICO tem como objetivo aprimorar o posicionamento dos setores brasileiros que têm na tecnologia um forte diferencial, a fim de favorecer a realização de negócios.
Até o momento, foram realizadas três edições do Brasil Tecnológico com a participação de 116 empresas brasileiras, na Cidade do México, Johanesburgo/África do Sul e Bogotá/Colômbia. Além de criar oportunidades de negócios para empresas nacionais, o BRASIL TECNOLÓGICO é uma oportunidade de mostrar a formadores de opinião e compradores um Brasil repleto de tecnologia e soluções estratégicas em diversas áreas e que seus produtos e serviços são bastante competitivos.
Participam do esforço de construção internacional da marca BRASIL TECNOLÓGICO os setores de Tecnologia da Informação, Plástico, Eletro-Eletrônicos, Etanol, Máquinas e Equipamentos, Produtos Médicos-Odontológicos e Biotecnologia entre outros.
A promoção comercial internacional desses setores é feita de maneira conjunta, por meio de eventos elaborados em mercados-alvos, onde são ressaltados os atributos das soluções tecnológicas brasileiras. Nesses eventos são realizados seminários para formadores de opinião e rodadas de negócios entre empresas brasileiras e potenciais compradores.
As ações de marca empreendidas pelo Brasil Tecnológico resultaram em expectativas de negócios para os doze meses subseqüentes ao evento da ordem de USD 7.640.000,00 no México, para 31 empresas brasileiras em 202 encontros comerciais; USD 13.485.000,00 na África do Sul para 26 empresas brasileiras em 189 encontros comerciais e USD 21.138.000,00 na Colômbia para 59 empresas brasileiras em 462 encontros comerciais
Para mais detalhes sobre este evento, veja a apresentação em anexo e visite o site http://www.brasil-tech.com. Para se inscrever, preencha a ficha em anexo e encaminhe para o e-mail brasiltech@apexbrasil.com.br até o dia 06/03/2009.

CONVITE
Participe do Pavilhão Brasileiro na XXVII EXPOCOMER
4 a 7 de março de 2009
República do Panamá
Temos a satisfação de convidá-lo para participar do Pavilhão Brasileiro na XXVII Exposição Comercial Internacional (EXPOCOMER) que será realizada de 4 a 7 de março de 2009 no Centro de Convenções de Atlapa, na República do Panamá.
A EXPOCOMER é principal feira de negócios realizada anualmente na República do Panamá e atrai compradores de mais 30 países, especialmente, Taiwan, China, Brasil, México, Espanha e Estados Unidos e tem se constituído em um importante instrumento para introdução de produtos brasileiros naquele mercado. A cada edição, a EXPOCOMER reafirma seu “status” de Vitrine do Comércio Mundial.

Para mais detalhes clique aqui: expocomer.pdf (110kb)
Ou visite o site da Expocomer-Brasil www.brasil-expocomer.com

Apex-Brasil irá capacitar 5,3 mil empresas para exportação em 2009
Por meio do programa PEIEX, Agência pretende incrementar a competitividade de empresas de oito estados brasileiros e DF
A Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) está implantando em oito estados brasileiros e no Distrito Federal, a partir deste mês, um programa de capacitação para empresas com potencial de exportação. O objetivo do PEIEX (Projeto Extensão Industrial Exportadora) é incrementar a competitividade e promover a cultura exportadora nas empresas de micro, pequeno e médio porte. Inicialmente, serão beneficiados os estados de Minas Gerais, Bahia, Ceará, Sergipe, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Paraná e Goiás, além do Distrito Federal. O programa envolve investimentos de cerca de R$ 12 milhões e a meta é atender, em 2009, mais de 5.348 indústrias por meio de 25 núcleos operacionais.
O sistema funciona com o auxílio de profissionais especializados que entram nas empresas e fazem um trabalho de consultoria, diagnosticando problemas técnicos e gerenciais e propondo soluções, sob a coordenação de universidades e centros técnicos parceiros da Agência. Os profissionais, que serão treinados previamente, têm condições de fazer análises e indicar soluções nas áreas de administração estratégica, capital humano, finanças e custos, vendas e marketing, comércio exterior e produto e manufatura. Serão, neste ano, 216 técnicos atuando dentro das indústrias.
Com o projeto, a Apex-Brasil espera colaborar para aumentar o número de empresas exportadoras no país. “Sabemos que 2009 será um ano de crise e de queda de consumo. Por isso mesmo é um ano propício para investirmos em capacitação para que, em 2010, quando a economia mundial estiver se recuperando, mais empresas estejam prontas para exportar”, explica Alessandro Teixeira, presidente da Apex-Brasil. Até 2010, o programa deverá atender a 10 mil empresas, em 50 núcleos por todo o país, capacitando-as para atender o mercado externo e fornecendo a elas informações específicas de mercados.
“A empresa terá, durante um ano, o acompanhamento de consultores que farão um diagnóstico da sua situação e a ajudarão a se tornar uma exportadora, indicando, inclusive, os melhores mercados para seus produtos e como trabalhar nestes locais. O próximo passo para as empresas deverá ser integrar os nossos projetos setoriais de promoção de exportações e, dessa maneira, ter apoio para participar de eventos internacionais e de diversas atividades de promoção comercial”, destaca Tiago Terra, gestor do projeto na Apex-Brasil.
O programa também atua na divulgação de toda a oferta de produtos e serviços oferecidos pelo governo e por seus parceiros para o apoio a essas empresas – como programas de crédito e apoio à inovação tecnológica.
O PEIEX é uma das ações estruturantes do Plano de Desenvolvimento Produtivo (PDP) do Governo Federal, e conta com apoio do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - MDIC, governos estaduais, Federações de Indústrias, Entidades Setoriais, Universidades, Centros Tecnológicos e entidades empresariais

Missão a Toronto e Montreal
A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), em parceria com a Câmara de Comércio Brasil-Canadá (CCBC), organizará uma missão empresarial ao Canadá entre os dias 8 e 13 de dezembro.
A ação reunirá representantes da Associação Brasileira da Indústria de Equipamentos Médico e Odontológicos (ABIMO), da Associação Brasileira da Indústria de Fundição (ABIFA) e da SOFTEX. A idéia é apresentar o mercado canadense para as entidades e empresas participantes dos projetos com a Apex-Brasil, levantando informações e identificando parceiros e oportunidades de negócios.
A missão de prospecção passará por Montreal e Toronto, visitando associações congêneres, empresas brasileiras com escritório no país e órgãos de governo, com o objetivo de coletar informações para definição de ações e estratégias para 2009-2010

APEX-BRASIL apóia participação brasileira na Feira Industrial de Hannover
Evento tecnológico de maior destaque no mundo, a Hannover Messe – Feira Industrial de Hannover representa uma excelente oportunidade para empresas brasileiras apresentarem seus produtos e serviços para um público profissional de todos os setores da indústria, provenientes de diversas partes do mundo.
Com o objetivo de ampliar a participação brasileira na Feira, para cerca de 60 expositores, triplicando a participação nacional, a Hannover Fairs do Brasil e a APEX-Brasil oferecem a oportunidade única de participação no evento, com estandes de 9m², a partir de 3 mil euros. Segundo Constantino Bäumle, diretor da Hannover Fairs do Brasil, representante exclusiva da feira, “o custo é bastante acessível, para um evento dessa magnitude na Europa”.
De 20 a 24 de abril de 2009, a próxima edição da Hannover Messe reunirá 14 feiras líderes comerciais e contará novamente com a apresentação das feiras de Transmissão de Força e Controle, Tecnologia de Superfície e Tecnologias de ar comprimido e a vácuo. A feira de Energia Eólica estreará em 2009, dentro do setor de Energia. O país parceiro da próxima edição será a República da Coréia.
Sobre a Hannover Messe
Em sua edição de 2008, a Hannover Messe apresentou 5.100 empresas de 62 países. Empresários de diversas origens relataram um sensível crescimento nos contatos de negócios que, segundo levantamento da feira, aumentaram entre 15% e 20% neste ano.
Por sua vez, a sondagem entre os visitantes detectou um volume total de cerca de 3,2 milhões de contatos de negócios. A exibição cobriu uma área de 170 mil m² e a nação convidada foi o Japão.
O Brasil esteve representado em Hannover por 20 empresas expositoras, ocupando uma área de 700 m². Um grupo de 76 empresários, representantes de entidades e técnicos brasileiros visitou a feira em missão empresarial liderada pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), com apoio da Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Serviço: mais informações sobre a participação na Hannover Messe 2009 podem ser obtidas nos escritórios da Hannover Fairs Brasil em São Paulo (11) 3521-8000, Curitiba (41) 3027-6707 e Porto Alegre (51) 3347-1668 ou no www.hanover.com.br

Sebrae lança programa para internacionalizar pequenas empresas
fonte: Panorama Brasil, Agência Sebrae, DCI Online
BRASÍLIA - O Sebrae lança nesta quarta-feira (1º), às 12 horas, em Brasília, o Programa de Internacionalização das Micro e Pequenas Empresas. A proposta é apoiar a manutenção desse segmento empresarial no mercado externo. O programa terá ainda ações para fortalecer as empresas no mercado doméstico, cada vez mais competitivo em função da globalização econômica.
O lançamento será na sede da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC), na 902 Sul. Participam o diretor-presidente do Sebrae, Paulo Okamotto; os diretores da Instituição, Luiz Carlos Barboza (Técnico) e Carlos Alberto dos Santos (Administração e Finanças); o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), Welber Barral; o diretor de Comércio Exterior do Banco do Brasil, Nilo Panazollo; e o diretor de Gestão e Planejamento da Apex-Brasil, Alessandro Teixeira.
A meta do Sebrae é capacitar 4 mil empresas de todo o País para atuar no comércio exterior nos próximos dois anos. Parte desse público será identificado pelo Sebrae e Apex-Brasil. Entre as ações estão consultorias, cursos e autodiagnóstico feito por meio do site www.internacionalização.sebrae.com.br, que estará disponível a partir do dia 1º de outubro.
O Programa de Internacionalização das Micro e Pequenas Empresas está alinhado à Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP), lançada em maio deste ano pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Uma das quatro grandes metas dessa política é incrementar a participação das micro e pequenas empresas no comércio internacional.
O programa tem a parceria do Banco do Brasil, Apex-Brasil, Confederação Nacional da Indústria (CNI) e MDIC.
Exportar x Internacionalizar
É importante ressaltar que existe uma diferença entre o conceito de exportar e o de internacionalizar. Uma empresa pode ter uma ação pontual de exportação, ou seja, fazer apenas uma venda para fora do País, e não ter capacidade suficiente para se manter no mercado externo por fatores como baixa capacidade de produção, qualidade ou promoção. Já a empresa que passa por um processo de internacionalização adquire condições para entrar e permanecer no mercado exterior.

APEX TRAZ PRESIDENTES DE EMPRESAS AMERICANAS AO BRASIL.
Em meio à crise internacional, presidentes de empresas do Brasil e dos Estados Unidos se reúnem no dia 10, em São Paulo, na terceira edição do Fórum de CEOS Brasil-EUA, organizado pela APEX (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos).
Participam do encontro os presidentes de empresas Votorantim, banco Safra, Gerdau, Camargo Corrêa, Odebrecht, Embraer e Vale, entre outras companhias. Os executivos americanos são Alain Belda (Alcoa), Gregory Page (Cargill), Craig Barrett (Intel), Neville Isdell (Coca Cola), Bill Rhodes (Citi), Tim Solso (Cummins), Greg Brown (Motorola), David Speer (Illinois Tool Work), John Faraci (International Paper) e Richard Wagoner (GM).
Alessandro Teixeira, presidente da APEX, afirma que, mesmo com instabilidade na economia, os Estados Unidos não devem deixar de ser o principal parceiro do Brasil. Para Teixeira, com os preços mais baixos e a menor concorrência, as companhias brasileiras podem aproveitar o momento para estudar a viabilidade de entrar no mercado americano.
“É mais barato comprar empresas dos EUA agora, dada a situação econômica, do que em uma época em que a economia americana estava crescendo.”
Para Teixeira, as discussões não serão apenas sobre o curto prazo, como a possibilidade de as empresas dos EUA investirem em infra-estrutura no Brasil.
Teixeira diz que o crescimento do Brasil também pode ser visto como uma alternativa para as empresas americanas que tiverem prejuízo nos EUA.
Fonte: Folha de São Paulo – 03 de Outubro 2008 – B2 Dinheiro

Marca Brasil ajuda a projeção de empresas no mercado externo.
Durante a cerimônia de apresentação do ranking das 100 Marcas mais valiosas do Brasil, o diretor de negócios da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (APEX-Brasil), Mauricio Borges, apresentou o projeto de construção da “Marca Brasil” para os grupos setoriais de empresas que querem entrar no mercado de exportação. A Marca Brasil foi criada pelo Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comercio Exterior, em 2005.
Mauricio Borges explicou que o objetivo da Marca Brasil é atribuir um valor e promover os atributos brasileiros que são exportados e desta forma estimular outros países a ter uma ótica sobre o que é produzido por empresas brasileiras que atuam como exportadoras.
Para exemplificar o trabalho de promoção, Borges ressalta que alguns países são conhecidos pela qualidade de produtos específicos. “Quando você pensa em um país que tenha certa potencia na produção de automóveis, automaticamente você associa a imagem da Alemanha, por exemplo. Quando se pensa em tecnologia e eletrônica, o Japão é um dos países que é lembrado por uma alta qualidade nesse setor”.
Borges apresentou alguns pontos que atrapalhavam o processo de promoção das marcas no exterior, entre eles os erros conceituais sobre o processo de construção de marca, a falta de uma política integrada na gestão de marca entre o governo e o setor privado e, por fim, a falta de cultura do meio empresarial no que diz respeito à gestão de marcas para o mercado externo.
“Nós trabalhamos com cerca de 60 setores do mercado brasileiro e nosso objetivo é mostrar para os outros países que nossas marcas possuem tecnologia, qualidade e vários outros atributos que credenciam=nas a concorrer no mercado internacional”, diz.
A APEX-Brasil é vinculada com o Ministério do Desenvolvimento. Fundada em novembro de 1997, por Decreto Presidencial, a agência funcionou como uma gerencia especial do Serviço Nacional de Apoio às Pequenas e Médias Empresas (SEBRAE) até 2003, ano em que se tornou um serviço social autônomo. O seu principal objetivo é o de inserir empresas no mercado internacional, aumentar o volume de produtos vendidos no exterior abrir novos mercados, além de consolidar os atuais. A partir de 2007, a estrutura organizacional da agência foi ampliada com as unidades de Planejamento, Gestão do Conhecimento e Apex Internacional. A APEX-Brasil recebe projetos de entidades ou grupo de empresas em, no caso de aprovados, entra com 50% do valor necessário para execução do plano.

Empresas com apoio da Apex exportam US$ 8,8 bilhões
De janeiro a junho desse ano as empresas participantes dos projetos da Apex-Brasil exportaram US$ 8,8 bilhões. A meta deste indicador para 2008 é de US$ 11,9 bilhões, ou seja, em 6 meses de trabalho foi alcançado 73,7% do previsto.Em comparação com 2007, isso representa um crescimento de 11,63%.
O número de empresas apoiadas pela Agência também cresceu. No primeiro semestre de 2008, eram 4.973 empresas apoiadas por meio de Projetos Setoriais Integrados (PSI) e ações institucionais de divulgação de imagem, além de grandes Feiras. Isso é, um aumento de 30,8% em relação ao mesmo período de 2007.
Para cada US$ 1,00 gasto pela Apex-Brasil, foram gerados US$ 59,43 em acréscimo de exportações. A Apex também aumentou o número de setores em sua lista de projetos. No período de janeiro a junho de 2008 foram apoiados 62 setores, 24% a mais do que o número de setores atendidos no mesmo período de 2007, já seguindo os critérios da Secex. No período de janeiro a junho de 2008, a agência realizou 305 eventos, ou seja, 50,8% dos 600 eventos previstos para todo o ano.

ABIFA participa da Feira Automechanika Frankfurt 2008.
Em parceria com a APEX-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) a ABIFA através do Projeto Foundry Brazil esteve presente na ultima edição da feira Automechanika Frankfurt – Alemanha nos dias 16 a 21 de Setembro.
A Feira ocorre a cada dois anos com a organização da Messe Frankfurt e é uma das mais importantes feiras do setor automotivo e de autopeças e uma das maiores feiras do mundo com cerca de 4.000 expositores e aproximadamente 160.000 visitantes de diversos países.
O estand da ABIFA, além do espaço institucional, contou com a participação de seis empresas (AXE, DAB Metal, Deluma, Frum, Fupresa e Magneti Marelli) distribuídas em 102m² no pavilhão de exposições destinados Parts & Systems.
Nesta primeira participação da ABIFA através do Projeto Foundry Brazil no evento as empresas estão bastante otimistas em relação aos resultados, o que demonstra o elevado grau de maturidade das empresas do setor de fundição com o comércio exterior.
Para maiores informações sobre o Projeto Foundry Brazil e a participação da ABIFA na Feira Automechanika Frankfurt, por favor, contatar:
Weber Gutierres
Gerente de Projeto
(11) 3549 3344
wgutierres@abifa.org.br

MDIC lança estratégia para setor exportador em agosto
Durante evento da Apex-Brasil com entidades do setor privado, o secretário de Comércio Exterior, Welber Barral, falou dos principais pontos da Estratégia Brasileira de Exportações até 2010
O secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Welber Barral, apresentou as principais ações que compõe a Estratégia Brasileira de Exportações e a Estratégia Nacional de Simplificação do Comércio Exterior, durante o III Workshop de Alinhamento Estratégico da Apex-Brasil, nesta quinta-feira (17.07), em Brasília. Barral destacou o trabalho em conjunto de diversos órgãos do governo federal para a elaboração de medidas que irão desburocratizar e facilitar o comércio exterior. Os objetivos principais são aumentar a base exportadora, agregar valor às exportações, ampliar o número de empresas exportadoras, manter e ampliar a participação das exportações brasileiras nos mercados de destinos, manter e ampliar a rede de acordos internacionais e incrementar as exportações de serviços.
Segundo ele, as medidas pretendem aumentar a transparência dos procedimentos e elevar a participação das exportações brasileiras no mercado mundial dos atuais 1,18% para 1,25%, nos próximos dois anos. Entre as ações que serão apresentadas em agosto, o secretário destacou o aumento de crédito e mais investimentos em inovação, como forma de estimular o desenvolvimento da agroenergia e o crescimento do número de micro e pequenas empresas no mercado internacional.
O secretário ressaltou ainda a importância dos acordos comerciais para o crescimento das vendas externas brasileiras. “Possivelmente na próxima semana teremos novidades sobre a rodada Doha, o que significa que já estamos pensando em como será a vida depois de Doha”. No entanto, lembrou Barral, não se pode deixar de lado acordos bilaterais importantes, como aqueles com a União Européia, México, Estados Unidos, Turquia, Rússia, Marrocos e Israel.
Sobre as ações que serão desenvolvidas na China, visando o aumento de investimentos chineses e do intercâmbio comercial entre os dois países, o secretário destacou que dos 619 produtos importados pelo país asiático, o Brasil tem capacidade imediata de exportar 147. “Somente com estes produtos, em curto prazo, o Brasil aumentaria as exportações para a China em US$ 30 bilhões”, disse.
A analista do Sebrae Louise Machado, outra palestrante do Workshop, apresentou os instrumentos de capacitação e adequação no apoio à exportação desenvolvido pela entidade. Na oportunidade, Louise falou sobre o programa de internacionalização das micro e pequenas empresas brasileiras, em parceria com várias instituições inclusive a Apex-Brasil, que deverá ser lançado em no final de agosto.
Segundo ela, com o auxílio do programa, que prevê aumento de investimentos, capacitação, informação, atendimento e consultoria a estas empresas, a meta é que o número de micro e pequenas empresas no mercado internacional cresça 10% até 2010. Louise destacou ainda que o objetivo do programa é aumentar não só o volume, mas também a qualidade do produto exportado. “É preciso que estas empresas exportem, exportem com qualidade e se mantenham no mercado internacional”, lembrou a analista.
Ao final da manhã, o presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Reginaldo Arcuri, apresentou a Política Brasileira de Desenvolvimento Produtivo, anunciada em maio pelo Governo Federal. “O encontro promovido pela Apex-Brasil mostra como é factível o trabalho conjunto do governo com entidades privadas”, afirmou.
Clique aqui para baixar: Estratégia Brasileira de Exportação 2008 - 2010 (estrategia.pdf - 2110kb)

Apex-Brasil prepara exportadores para entrar no mercado chinês
Seminário em SP divulga estudo estratégico sobre a China e detalha oportunidades para exportadores dos setores casa e construção civil, agronegócios, máquinas e equipamentos, moda e serviços e tecnologia
Fortalecendo ainda mais sua ação para expandir o fluxo comercial entre Brasil e China, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) realiza no próximo dia 1º de outubro, quarta-feira, em São Paulo, o Seminário China: Oportunidades e Experiências.
O encontro será aberto pelo presidente da Apex-Brasil, Alessandro Teixeira, que apresentará estudo de Inteligência Comercial detalhando aspectos importantes do mercado chinês, como características regionais, trâmites aduaneiro e logístico, importações chinesas, comércio entre os dois países, setores com potencial de venda para a China, comércio via Hong Kong e exportação de serviços, entre outros.
“A China é um desafio para o Brasil, mas só conseguiremos ser competitivos se entrarmos lá. E, para isso, precisamos ter escala de produção”, analisa Teixeira. Segundo ele, a participação do Brasil no mercado chinês ainda é modesta: 1,92% do market share. “Há espaço para ampliar. A indústria de serviços, por exemplo, está sendo pouco explorada e somos bastante competentes nesse segmento, principalmente na área de automação bancária e industrial”, observa, ressaltando que a China vê o Brasil como porta de acesso para a América Latina. “Devemos tirar proveito disso”, conclui.
Em 2007, o Brasil foi o 14º fornecedor da China. A maior parte das exportações brasileiras para o país se concentra em commodities e produtos com baixo valor agregado. Entretanto, a Apex-Brasil trabalha para que os empresários aproveitem oportunidades que surgem em outros setores.
Entre aqueles que mais importam na economia chinesa, destacam-se: máquinas e motores, petróleo, materiais elétricos e eletro-eletrônicos e instrumentos de precisão, que juntos representam quase metade das compras externas do país.
O seminário do dia 1º será do WTC Hotel, na Av. das Nações Unidas 12.559, Broklin Novo. Para confirmar presença encaminhe email para soraya.brum@apexbrasil.com.br <mailto:soraya.brum@apexbrasil.com.br>. No seminário também participam o professor da UFRS André Moreira Cunha, que falará sobre o Modelo de inserção da China na economia internacional, e Wu Yong Lei, do BNDES que discorrerá sobre o financiamento às empresas exportadoras.
Mercado Chinês
Com um crescimento médio anual de 9% e uma classe média emergente estimada em 200 milhões de consumidores, a China está no topo dos mercados considerados prioritários para o Brasil na estratégia montada pela Apex-Brasil para a internacionalização de empresas e atração de investimentos.
O país é o segundo maior exportador mundial, com US$ 1, 218 trilhão exportados em 2007, atrás apenas da Alemanha, que exportou US$ 1,327 trilhão nesse ano. Em termos de importações, a China ocupa a terceira posição. Importou US$ 956 bilhões em 2007, após os EUA (US$ 1, 953 trilhão) e Alemanha (US$ 1,059 trilhão).
Uma grande expansão de consumo deve acontecer no país, nos próximos 10 anos, guiada pela combinação do aumento dos salários e do salário mínimo, maiores lucros e ampliação do investimento governamental em áreas rurais. Estima-se que o número de famílias ganhando mais que US$ 5 mil por ano cresça 24% ao ano. Cerca de 5,8 milhões de famílias chinesas já possuem o estilo “ocidental” de consumo, com renda superior a US$ 10 mil por ano.

Apresentações - Confira aqui as apresentações em Power Point, que fizeram parte das palestras de III Workshop de Alinhamento Estratégico da Apex-Brasil. Leia mais
REACH - Palestra de Inmetro explicou aos participantes do Workshop a nova legislação européia para o registro, avaliação, autorização e, produtos químicos em seus paises, chamada REACH. Leia mais
Novidades - Um novo sistema de gestão de projetos, regras mais simples para contratação de serviços e recursos para ações extraordinárias são algumas das novidades anunciadas aos participantes do III Workshop de Alinhamento Estratégico. Leia mais
Inovação - Inovação foi a palavra-chave do encontro com as entidades setoriais. O Presidente Alessandro Teixeira falou às entidades parceiras sobre os desafios do comércio exterior e sobre as estratégias para vence-los. Leia mais
Exportações crescem 27,5% - Resultados dos projetos em parceria com o setor privado foram apresentados no III Workshop de Alinhamento Estratégico da Apex-Brasil, que contou com a presença das entidades parceiras. Leia mais

Exportações incentivadas pela Apex-Brasil crescem 27,5%
Resultados dos projetos em parceria com o setor privado foram apresentados no III Workshop de Alinhamento Estratégico da Apex-Brasil, com a presença do Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge.
As exportações das empresas integrantes dos projetos da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) com mais de 60 entidades setoriais cresceram 27,5% de janeiro a maio de 2008, em relação ao mesmo período do ano passado. Esta taxa de crescimento é maior que a apresentada pelas exportações totais brasileiras no período, que aumentaram 19,14% e também superior ao crescimento das vendas quando considerada a média diária de vendas, que foi de 22,2%.
Os resultados do trabalho de promoção comercial em parceria com entidades do setor privado foram apresentados pelo presidente da Agência, Alessandro Teixeira, nesta quinta-feira (17/07), durante o III Workshop de Alinhamento Estratégico da Apex-Brasil. O encontro – que contou com a presença do Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, e do Secretário de Comércio Exterior do MDIC, Welber Barral - reúne representantes das 64 entidades representativas do setor produtivo que têm projetos de exportação com a Apex-Brasil.
Para o ministro Miguel Jorge, a coordenação constante entre governo e setor privado faz parte do processo de fortalecer o posicionamento do Brasil no mercado externo. “A Apex, as entidades e as empresas têm sabido executar bem esta tarefa, com muito trabalho, inovação e qualidade no âmbito das empresas, ampliando as exportações brasileiras com a inserção de vários produtos e serviços em novos mercados, e abrindo novos canais de exportação”, afirmou o ministro.
Alessandro Teixeira, da Apex-Brasil, também reforçou a importância da parceria. “Nossa interação com o setor privado é cada vez maior, tanto que este é o terceiro encontro da Agência com as entidades setoriais em um ano. As principais metas da Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP) estão diretamente ligadas ao que a Apex-Brasil faz em parceria com as entidades setoriais: agregar valor aos produtos brasileiros, ampliar a participação das exportações brasileiras no mercado internacional e inserir novas empresas na pauta exportada, principalmente micro, pequenas e médias”, explicou.

Exportações dos projetos Apex-Brasil
Nos 12 meses entre junho de 2007 e maio de 2008, os Projetos Setoriais Integrados da Apex-Brasil exportaram US$ 10, 303 bilhões. Os principais destinos das exportações em 2008 foram Estados Unidos, Rússia, Hong Kong, Argentina, Holanda, Angola, Reino Unido, Itália e Japão.
Até maio de 2008 foram realizados 278 eventos em 35 países, entre feiras no exterior, missões comerciais, Projeto Comprador, Projeto Imagem, Projeto Vendedor, prospecção e pesquisa de mercado e degustação de produtos.
Empresas atendidas
Com 64 projetos em execução, a Agência atende 4.438 empresas, em parceria com as entidades setoriais. São empresas de 728 municípios de quase todos os estados brasileiros, com exceção apenas de Roraima. Em 2007, 203 exportaram pela primeira vez. São Paulo concentra 38% das empresas, seguido por Rio Grande do Sul (17%) e Minas Gerais (11%). Do total de 4.438, 75% são micro e pequenas empresas, com até 99 funcionários.
A Apex-Brasil trabalha com seis complexos produtivos – Agronegócio, Casa e Construção Civil, Entretenimento e Serviços, Máquinas e Equipamentos, Moda, Tecnologia e Saúde. Para os segundo semestre, estão previstas feiras, eventos e ações de promoção, dentre elas: Brasil Tecnológico na Colômbia, Brasil Casa Design na Argentina, Moda Brasil nos Emirados Árabes e na China, Talento Brasil na Espanha, e a participação, além do salão de alimentos e bebidas Sial na França e na feira de construção civil Big Five nos Emirados Árabes
Mais informações:
Assessoria de Imprensa Apex-Brasil
(61) 3426-0202 – www.apexbrasil.com.br

Meta de Exportações - O MDIC elevou a meta das exportações brasileiras de 2008 para US$190 bilhões, após analisar o desempenho das vendas do País no primeiro semestre e as perpectivas para o segundo. Leia mais
Balança Comercial - Na segunda semana de julho de 2008, a balança comercial brasileira registrou superávit de US$1,225 bilhão. As exportações brasileiras chegaram a US$4,295 bilhões e as importações a US$3,070. Leia mais
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Missão Empresarial - A Apex-Brasil já selecionou os setores foco para os encontros de negócios na Rússia e na Polônia, que acontecem durante a Missão ao Leste Europeu, entre os dias 04 e 12 de junho. Veja quais são eles e como participar. Leia mais
Balança Comercial - Na segunda semana de maio, a balança comercial brasileira registrou exportações e importações acima da média, devido à regularização dos registros no Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex). Leia mais
Drawback - O novo sistema eletrônico de Drawback, na modalidade Suspensão, em ambiente web, está acessível no portal do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (www.desenvolvimento.gov.br). Leia mais
Estratégia da Apex-Brasil para a China
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Abertura de um Centro de Negócios em Pequim e seminários em 52 cidades para mostrar o melhor do Brasil integram a estratégia da Apex-Brasil para alcançar o mercado chinês nos próximos dois anos. |
A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) preparou um conjunto ações para ampliar a inserção do Brasil no mercado chinês, baseada em estudos de mercado que apontam oportunidades para os produtos brasileiros em diversos setores. O plano estratégico inclui a participação de empresas brasileiras em feiras e eventos no país e a abertura de um Centro de Negócios em Pequim. A China é um mercado prioritário na estratégia de expansão das exportações, assim como Hong Kong - considerado um país “trader” por onde entram produtos brasileiros vendidos para a China.
Estudos elaborados pela Apex-Brasil indicam que o crescimento das exportações brasileiras de produtos como frutas, peles, tintas, produtos químicos, massas e preparação alimentícia, borracha, farinha para animais e metais não ferrosos supera o crescimento das importações totais chinesas. As exportações desses setores para a China cresceram, em média, 62%, enquanto as importações chinesas cresceram apenas 21%. Esses setores estão aumentando sua participação no mercado chinês, o que confirma as oportunidades de negócios para produtos brasileiros.
Por meio de parcerias com entidades representativas de mais de 60 setores da economia, a Apex-Brasil promove a participação no mercado chinês de fabricantes de vinhos, calçados, jóias, carne e petróleo e gás, fundição, máquinas e equipamentos, têxtil e confecções, refrigeração, ventilação e aquecimento, instrumentos musicais e couro. Em 2008 e 2009, estes setores participarão de 18 eventos naquele país.
Durante as Olimpíadas de Pequim, será organizado o espaço Casa Brasil, que inclui atividades de networking, exposição de artesanato, degustação de alimentos e bebidas, atividades com atletas, autoridades e celebridades brasileiras, além da exibição de conteúdo interativo sobre o Brasil e apresentações culturais.
Em parceria com o Instituto de Cooperação Internacional – ICOOI, a Agência realiza, a partir deste mês, seminários em 52 cidades chinesas, levantando o perfil mais detalhado dos possíveis parceiros comerciais, de mercados locais e da logística que influencia a efetivação do negócio. Na China, as diferenças regionais são muitas. O exportador deve planejar seu posicionamento considerando as diversas localidades como mercados diferentes. Além de distintos, os mercados regionais são distantes e independentes, o que traz mais ênfase às estratégias com foco regional.
“O nosso objetivo é apresentar o Brasil aos chineses. Macau, por exemplo, com 500 mil habitantes, recebe 30 milhões de turistas por ano, oito vezes mais do que o Brasil. Apresentar a imagem comercial e cultural do Brasil é o caminho para aumentar os laços comerciais e de investimentos entre os dois países”, disse o presidente da Apex-Brasil Alessandro Teixeira, durante o lançamento do documento “Agenda China: Ações Positivas para as Relações Econômico-Comerciais Sino-Brasileiras”.
A Agenda China foi lançada nesta quinta-feira, 3 de julho, pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, pelo subsecretário-geral Político do ministério das Relações Exteriores, Roberto Jaguaribe, e pelo secretário das Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Célio Porto, durante evento realizado na Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília.
Centro de Negócios
A abertura de um Centro de Negócios em Pequim neste ano faz parte da estratégia da Apex-Brasil para facilitar o acesso das empresas brasileiras ao mercado chinês. A Agência mantém cinco Centros de Negócios no exterior: em Miami (EUA), Lisboa (Portugal), Dubai (Emirados Árabes), Varsóvia (Polônia) e Frankfurt (Alemanha).
Mercado Chinês
A China é o segundo maior exportador mundial, com US$ 1, 218 trilhão exportados em 2007, atrás apenas da Alemanha, que exportou US$ 1,327 trilhão nesse ano. Em termos de importações, a China ocupa a terceira posição. Importou US$ 956 bilhões em 2007, após os EUA (US$ 1, 953 trilhão) e Alemanha (US$ 1,059 trilhão).
Uma grande expansão de consumo deve acontecer no país, nos próximos 10 anos, guiada pela combinação do aumento dos salários e do salário mínimo, maiores lucros e ampliação do investimento governamental em áreas rurais. Estima-se que o número de famílias ganhando mais que US$ 5 mil por ano cresça 24% ao ano. Cerca de 5,8 milhões de famílias chinesas já possuem o estilo “ocidental” de consumo, com renda superior a US$ 10 mil por ano.
Mais informações:
Assessoria de Imprensa Apex-Brasil
(61) 3426-0202 – www.apexbrasil.com.br