Informe - APEXBrasil

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Sebrae lança programa para internacionalizar pequenas empresas

fonte: Panorama Brasil, Agência Sebrae, DCI Online

BRASÍLIA - O Sebrae lança nesta quarta-feira (1º), às 12 horas, em Brasília, o Programa de Internacionalização das Micro e Pequenas Empresas. A proposta é apoiar a manutenção desse segmento empresarial no mercado externo. O programa terá ainda ações para fortalecer as empresas no mercado doméstico, cada vez mais competitivo em função da globalização econômica.

O lançamento será na sede da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC), na 902 Sul. Participam o diretor-presidente do Sebrae, Paulo Okamotto; os diretores da Instituição, Luiz Carlos Barboza (Técnico) e Carlos Alberto dos Santos (Administração e Finanças); o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), Welber Barral; o diretor de Comércio Exterior do Banco do Brasil, Nilo Panazollo; e o diretor de Gestão e Planejamento da Apex-Brasil, Alessandro Teixeira.

A meta do Sebrae é capacitar 4 mil empresas de todo o País para atuar no comércio exterior nos próximos dois anos. Parte desse público será identificado pelo Sebrae e Apex-Brasil. Entre as ações estão consultorias, cursos e autodiagnóstico feito por meio do site www.internacionalização.sebrae.com.br, que estará disponível a partir do dia 1º de outubro.

O Programa de Internacionalização das Micro e Pequenas Empresas está alinhado à Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP), lançada em maio deste ano pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Uma das quatro grandes metas dessa política é incrementar a participação das micro e pequenas empresas no comércio internacional.

O programa tem a parceria do Banco do Brasil, Apex-Brasil, Confederação Nacional da Indústria (CNI) e MDIC.

Exportar x Internacionalizar

É importante ressaltar que existe uma diferença entre o conceito de exportar e o de internacionalizar. Uma empresa pode ter uma ação pontual de exportação, ou seja, fazer apenas uma venda para fora do País, e não ter capacidade suficiente para se manter no mercado externo por fatores como baixa capacidade de produção, qualidade ou promoção. Já a empresa que passa por um processo de internacionalização adquire condições para entrar e permanecer no mercado exterior.

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APEX TRAZ PRESIDENTES DE EMPRESAS AMERICANAS AO BRASIL.

Em meio à crise internacional, presidentes de empresas do Brasil e dos Estados Unidos se reúnem no dia 10, em São Paulo, na terceira edição do Fórum de CEOS Brasil-EUA, organizado pela APEX (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos).
Participam do encontro os presidentes de empresas Votorantim, banco Safra, Gerdau, Camargo Corrêa, Odebrecht, Embraer e Vale, entre outras companhias. Os executivos americanos são Alain Belda (Alcoa), Gregory Page (Cargill), Craig Barrett (Intel), Neville Isdell (Coca Cola), Bill Rhodes (Citi), Tim Solso (Cummins), Greg Brown (Motorola), David Speer (Illinois Tool Work), John Faraci (International Paper) e Richard Wagoner (GM).
Alessandro Teixeira, presidente da APEX, afirma que, mesmo com instabilidade na economia, os Estados Unidos não devem deixar de ser o principal parceiro do Brasil. Para Teixeira, com os preços mais baixos e a menor concorrência, as companhias brasileiras podem aproveitar o momento para estudar a viabilidade de entrar no mercado americano.
“É mais barato comprar empresas dos EUA agora, dada a situação econômica, do que em uma época em que a economia americana estava crescendo.”
Para Teixeira, as discussões não serão apenas sobre o curto prazo, como a possibilidade de as empresas dos EUA investirem em infra-estrutura no Brasil.
Teixeira diz que o crescimento do Brasil também pode ser visto como uma alternativa para as empresas americanas que tiverem prejuízo nos EUA.

Fonte: Folha de São Paulo – 03 de Outubro 2008 – B2 Dinheiro

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Marca Brasil ajuda a projeção de empresas no mercado externo.

Durante a cerimônia de apresentação do ranking das 100 Marcas mais valiosas do Brasil, o diretor de negócios da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (APEX-Brasil), Mauricio Borges, apresentou o projeto de construção da “Marca Brasil” para os grupos setoriais de empresas que querem entrar no mercado de exportação. A Marca Brasil foi criada pelo Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comercio Exterior, em 2005.
Mauricio Borges explicou que o objetivo da Marca Brasil é atribuir um valor e promover os atributos brasileiros que são exportados e desta forma estimular outros países a ter uma ótica sobre o que é produzido por empresas brasileiras que atuam como exportadoras.
Para exemplificar o trabalho de promoção, Borges ressalta que alguns países são conhecidos pela qualidade de produtos específicos. “Quando você pensa em um país que tenha certa potencia na produção de automóveis, automaticamente você associa a imagem da Alemanha, por exemplo. Quando se pensa em tecnologia e eletrônica, o Japão é um dos países que é lembrado por uma alta qualidade nesse setor”.
Borges apresentou alguns pontos que atrapalhavam o processo de promoção das marcas no exterior, entre eles os erros conceituais sobre o processo de construção de marca, a falta de uma política integrada na gestão de marca entre o governo e o setor privado e, por fim, a falta de cultura do meio empresarial no que diz respeito à gestão de marcas para o mercado externo.
“Nós trabalhamos com cerca de 60 setores do mercado brasileiro e nosso objetivo é mostrar para os outros países que nossas marcas possuem tecnologia, qualidade e vários outros atributos que credenciam=nas a concorrer no mercado internacional”, diz.
A APEX-Brasil é vinculada com o Ministério do Desenvolvimento. Fundada em novembro de 1997, por Decreto Presidencial, a agência funcionou como uma gerencia especial do Serviço Nacional de Apoio às Pequenas e Médias Empresas (SEBRAE) até 2003, ano em que se tornou um serviço social autônomo. O seu principal objetivo é o de inserir empresas no mercado internacional, aumentar o volume de produtos vendidos no exterior abrir novos mercados, além de consolidar os atuais. A partir de 2007, a estrutura organizacional da agência foi ampliada com as unidades de Planejamento, Gestão do Conhecimento e Apex Internacional. A APEX-Brasil recebe projetos de entidades ou grupo de empresas em, no caso de aprovados, entra com 50% do valor necessário para execução do plano.

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Empresas com apoio da Apex exportam US$ 8,8 bilhões

De janeiro a junho desse ano as empresas participantes dos projetos da Apex-Brasil exportaram US$ 8,8 bilhões. A meta deste indicador para 2008 é de US$ 11,9 bilhões, ou seja, em 6 meses de trabalho foi alcançado 73,7% do previsto.Em comparação com 2007, isso representa um crescimento de 11,63%.

O número de empresas apoiadas pela Agência também cresceu. No primeiro semestre de 2008, eram 4.973 empresas apoiadas por meio de Projetos Setoriais Integrados (PSI) e ações institucionais de divulgação de imagem, além de grandes Feiras. Isso é, um aumento de 30,8% em relação ao mesmo período de 2007.

Para cada US$ 1,00 gasto pela Apex-Brasil, foram gerados US$ 59,43 em acréscimo de exportações. A Apex também aumentou o número de setores em sua lista de projetos. No período de janeiro a junho de 2008 foram apoiados 62 setores, 24% a mais do que o número de setores atendidos no mesmo período de 2007, já seguindo os critérios da Secex. No período de janeiro a junho de 2008, a agência realizou 305 eventos, ou seja, 50,8% dos 600 eventos previstos para todo o ano.

ABIFA participa da Feira Automechanika Frankfurt 2008.

Em parceria com a APEX-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) a ABIFA através do Projeto Foundry Brazil esteve presente na ultima edição da feira Automechanika Frankfurt – Alemanha nos dias 16 a 21 de Setembro.

A Feira ocorre a cada dois anos com a organização da Messe Frankfurt e é uma das mais importantes feiras do setor automotivo e de autopeças e uma das maiores feiras do mundo com cerca de 4.000 expositores e aproximadamente 160.000 visitantes de diversos países.

O estand da ABIFA, além do espaço institucional, contou com a participação de seis empresas (AXE, DAB Metal, Deluma, Frum, Fupresa e Magneti Marelli) distribuídas em 102m² no pavilhão de exposições destinados Parts & Systems.

Nesta primeira participação da ABIFA através do Projeto Foundry Brazil no evento as empresas estão bastante otimistas em relação aos resultados, o que demonstra o elevado grau de maturidade das empresas do setor de fundição com o comércio exterior.

Para maiores informações sobre o Projeto Foundry Brazil e a participação da ABIFA na Feira Automechanika Frankfurt, por favor, contatar:

Weber Gutierres
Gerente de Projeto
(11) 3549 3344
wgutierres@abifa.org.br

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MDIC lança estratégia para setor exportador em agosto

Durante evento da Apex-Brasil com entidades do setor privado, o secretário de Comércio Exterior, Welber Barral, falou dos principais pontos da Estratégia Brasileira de Exportações até 2010

O secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Welber Barral, apresentou as principais ações que compõe a Estratégia Brasileira de Exportações e a Estratégia Nacional de Simplificação do Comércio Exterior, durante o III Workshop de Alinhamento Estratégico da Apex-Brasil, nesta quinta-feira (17.07), em Brasília. Barral destacou o trabalho em conjunto de diversos órgãos do governo federal para a elaboração de medidas que irão desburocratizar e facilitar o comércio exterior. Os objetivos principais são aumentar a base exportadora, agregar valor às exportações, ampliar o número de empresas exportadoras, manter e ampliar a participação das exportações brasileiras nos mercados de destinos, manter e ampliar a rede de acordos internacionais e incrementar as exportações de serviços.

Segundo ele, as medidas pretendem aumentar a transparência dos procedimentos e elevar a participação das exportações brasileiras no mercado mundial dos atuais 1,18% para 1,25%, nos próximos dois anos. Entre as ações que serão apresentadas em agosto, o secretário destacou o aumento de crédito e mais investimentos em inovação, como forma de estimular o desenvolvimento da agroenergia e o crescimento do número de micro e pequenas empresas no mercado internacional.

O secretário ressaltou ainda a importância dos acordos comerciais para o crescimento das vendas externas brasileiras. “Possivelmente na próxima semana teremos novidades sobre a rodada Doha, o que significa que já estamos pensando em como será a vida depois de Doha”. No entanto, lembrou Barral, não se pode deixar de lado acordos bilaterais importantes, como aqueles com a União Européia, México, Estados Unidos, Turquia, Rússia, Marrocos e Israel.

Sobre as ações que serão desenvolvidas na China, visando o aumento de investimentos chineses e do intercâmbio comercial entre os dois países, o secretário destacou que dos 619 produtos importados pelo país asiático, o Brasil tem capacidade imediata de exportar 147. “Somente com estes produtos, em curto prazo, o Brasil aumentaria as exportações para a China em US$ 30 bilhões”, disse.

A analista do Sebrae Louise Machado, outra palestrante do Workshop, apresentou os instrumentos de capacitação e adequação no apoio à exportação desenvolvido pela entidade. Na oportunidade, Louise falou sobre o programa de internacionalização das micro e pequenas empresas brasileiras, em parceria com várias instituições inclusive a Apex-Brasil, que deverá ser lançado em no final de agosto.

Segundo ela, com o auxílio do programa, que prevê aumento de investimentos, capacitação, informação, atendimento e consultoria a estas empresas, a meta é que o número de micro e pequenas empresas no mercado internacional cresça 10% até 2010. Louise destacou ainda que o objetivo do programa é aumentar não só o volume, mas também a qualidade do produto exportado. “É preciso que estas empresas exportem, exportem com qualidade e se mantenham no mercado internacional”, lembrou a analista.

Ao final da manhã, o presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Reginaldo Arcuri, apresentou a Política Brasileira de Desenvolvimento Produtivo, anunciada em maio pelo Governo Federal. “O encontro promovido pela Apex-Brasil mostra como é factível o trabalho conjunto do governo com entidades privadas”, afirmou.

Clique aqui para baixar: Estratégia Brasileira de Exportação 2008 - 2010 (estrategia.pdf - 2110kb)

Apex-Brasil prepara exportadores para entrar no mercado chinês

Seminário em SP divulga estudo estratégico sobre a China e detalha oportunidades para exportadores dos setores casa e construção civil, agronegócios, máquinas e equipamentos, moda e serviços e tecnologia

Fortalecendo ainda mais sua ação para expandir o fluxo comercial entre Brasil e China, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) realiza no próximo dia 1º de outubro, quarta-feira, em São Paulo, o Seminário China: Oportunidades e Experiências.

O encontro será aberto pelo presidente da Apex-Brasil, Alessandro Teixeira, que apresentará estudo de Inteligência Comercial detalhando aspectos importantes do mercado chinês, como características regionais, trâmites aduaneiro e logístico, importações chinesas, comércio entre os dois países, setores com potencial de venda para a China, comércio via Hong Kong e exportação de serviços, entre outros.

“A China é um desafio para o Brasil, mas só conseguiremos ser competitivos se entrarmos lá. E, para isso, precisamos ter escala de produção”, analisa Teixeira. Segundo ele, a participação do Brasil no mercado chinês ainda é modesta: 1,92% do market share. “Há espaço para ampliar. A indústria de serviços, por exemplo, está sendo pouco explorada e somos bastante competentes nesse segmento, principalmente na área de automação bancária e industrial”, observa, ressaltando que a China vê o Brasil como porta de acesso para a América Latina. “Devemos tirar proveito disso”, conclui.

Em 2007, o Brasil foi o 14º fornecedor da China. A maior parte das exportações brasileiras para o país se concentra em commodities e produtos com baixo valor agregado. Entretanto, a Apex-Brasil trabalha para que os empresários aproveitem oportunidades que surgem em outros setores.

Entre aqueles que mais importam na economia chinesa, destacam-se: máquinas e motores, petróleo, materiais elétricos e eletro-eletrônicos e instrumentos de precisão, que juntos representam quase metade das compras externas do país.

O seminário do dia 1º será do WTC Hotel, na Av. das Nações Unidas 12.559, Broklin Novo. Para confirmar presença encaminhe email para soraya.brum@apexbrasil.com.br <mailto:soraya.brum@apexbrasil.com.br>. No seminário também participam o professor da UFRS André Moreira Cunha, que falará sobre o Modelo de inserção da China na economia internacional, e Wu Yong Lei, do BNDES que discorrerá sobre o financiamento às empresas exportadoras.

Mercado Chinês

Com um crescimento médio anual de 9% e uma classe média emergente estimada em 200 milhões de consumidores, a China está no topo dos mercados considerados prioritários para o Brasil na estratégia montada pela Apex-Brasil para a internacionalização de empresas e atração de investimentos.

O país é o segundo maior exportador mundial, com US$ 1, 218 trilhão exportados em 2007, atrás apenas da Alemanha, que exportou US$ 1,327 trilhão nesse ano. Em termos de importações, a China ocupa a terceira posição. Importou US$ 956 bilhões em 2007, após os EUA (US$ 1, 953 trilhão) e Alemanha (US$ 1,059 trilhão).

Uma grande expansão de consumo deve acontecer no país, nos próximos 10 anos, guiada pela combinação do aumento dos salários e do salário mínimo, maiores lucros e ampliação do investimento governamental em áreas rurais. Estima-se que o número de famílias ganhando mais que US$ 5 mil por ano cresça 24% ao ano. Cerca de 5,8 milhões de famílias chinesas já possuem o estilo “ocidental” de consumo, com renda superior a US$ 10 mil por ano.

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Apresentações - Confira aqui as apresentações em Power Point, que fizeram parte das palestras de III Workshop de Alinhamento Estratégico da Apex-Brasil. Leia mais

REACH - Palestra de Inmetro explicou aos participantes do Workshop a nova legislação européia para o registro, avaliação, autorização e, produtos químicos em seus paises, chamada REACH. Leia mais

Novidades - Um novo sistema de gestão de projetos, regras mais simples para contratação de serviços e recursos para ações extraordinárias são algumas das novidades anunciadas aos participantes do III Workshop de Alinhamento Estratégico. Leia mais

Inovação - Inovação foi a palavra-chave do encontro com as entidades setoriais. O Presidente Alessandro Teixeira falou às entidades parceiras sobre os desafios do comércio exterior e sobre as estratégias para vence-los. Leia mais

Exportações crescem 27,5% - Resultados dos projetos em parceria com o setor privado foram apresentados no III Workshop de Alinhamento Estratégico da Apex-Brasil, que contou com a presença das entidades parceiras. Leia mais

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Exportações incentivadas pela Apex-Brasil crescem 27,5%

Resultados dos projetos em parceria com o setor privado foram apresentados no III Workshop de Alinhamento Estratégico da Apex-Brasil, com a presença do Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge.

As exportações das empresas integrantes dos projetos da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) com mais de 60 entidades setoriais cresceram 27,5% de janeiro a maio de 2008, em relação ao mesmo período do ano passado. Esta taxa de crescimento é maior que a apresentada pelas exportações totais brasileiras no período, que aumentaram 19,14% e também superior ao crescimento das vendas quando considerada a média diária de vendas, que foi de 22,2%.

Os resultados do trabalho de promoção comercial em parceria com entidades do setor privado foram apresentados pelo presidente da Agência, Alessandro Teixeira, nesta quinta-feira (17/07), durante o III Workshop de Alinhamento Estratégico da Apex-Brasil. O encontro – que contou com a presença do Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, e do Secretário de Comércio Exterior do MDIC, Welber Barral - reúne representantes das 64 entidades representativas do setor produtivo que têm projetos de exportação com a Apex-Brasil.

Para o ministro Miguel Jorge, a coordenação constante entre governo e setor privado faz parte do processo de fortalecer o posicionamento do Brasil no mercado externo. “A Apex, as entidades e as empresas têm sabido executar bem esta tarefa, com muito trabalho, inovação e qualidade no âmbito das empresas, ampliando as exportações brasileiras com a inserção de vários produtos e serviços em novos mercados, e abrindo novos canais de exportação”, afirmou o ministro.

Alessandro Teixeira, da Apex-Brasil, também reforçou a importância da parceria. “Nossa interação com o setor privado é cada vez maior, tanto que este é o terceiro encontro da Agência com as entidades setoriais em um ano. As principais metas da Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP) estão diretamente ligadas ao que a Apex-Brasil faz em parceria com as entidades setoriais: agregar valor aos produtos brasileiros, ampliar a participação das exportações brasileiras no mercado internacional e inserir novas empresas na pauta exportada, principalmente micro, pequenas e médias”, explicou.

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Exportações dos projetos Apex-Brasil

Nos 12 meses entre junho de 2007 e maio de 2008, os Projetos Setoriais Integrados da Apex-Brasil exportaram US$ 10, 303 bilhões. Os principais destinos das exportações em 2008 foram Estados Unidos, Rússia, Hong Kong, Argentina, Holanda, Angola, Reino Unido, Itália e Japão.

Até maio de 2008 foram realizados 278 eventos em 35 países, entre feiras no exterior, missões comerciais, Projeto Comprador, Projeto Imagem, Projeto Vendedor, prospecção e pesquisa de mercado e degustação de produtos.

Empresas atendidas

Com 64 projetos em execução, a Agência atende 4.438 empresas, em parceria com as entidades setoriais. São empresas de 728 municípios de quase todos os estados brasileiros, com exceção apenas de Roraima. Em 2007, 203 exportaram pela primeira vez. São Paulo concentra 38% das empresas, seguido por Rio Grande do Sul (17%) e Minas Gerais (11%). Do total de 4.438, 75% são micro e pequenas empresas, com até 99 funcionários.

A Apex-Brasil trabalha com seis complexos produtivos – Agronegócio, Casa e Construção Civil, Entretenimento e Serviços, Máquinas e Equipamentos, Moda, Tecnologia e Saúde. Para os segundo semestre, estão previstas feiras, eventos e ações de promoção, dentre elas: Brasil Tecnológico na Colômbia, Brasil Casa Design na Argentina, Moda Brasil nos Emirados Árabes e na China, Talento Brasil na Espanha, e a participação, além do salão de alimentos e bebidas Sial na França e na feira de construção civil Big Five nos Emirados Árabes



Mais informações:
Assessoria de Imprensa Apex-Brasil
(61) 3426-0202 – www.apexbrasil.com.br

Meta de Exportações - O MDIC elevou a meta das exportações brasileiras de 2008 para US$190 bilhões, após analisar o desempenho das vendas do País no primeiro semestre e as perpectivas para o segundo. Leia mais

Balança Comercial - Na segunda semana de julho de 2008, a balança comercial brasileira registrou superávit de US$1,225 bilhão. As exportações brasileiras chegaram a US$4,295 bilhões e as importações a US$3,070. Leia mais

Novo regulamento europeu - As empresas atuantes na indústria européia terão que fazer o pré-registro das substâncias químicas de seus produtos. Medida afeta exportador brasileiro, que pode ser obrigado a contratar intermediário para suas vendas. Leia mais

Biofach América Latina - De 17 a 19 de julho, em Madri, Espanha, o Brasil será o grande nome da 60ª Semana de Moda de Madri. Com 100m, o espaço brasileiro na SIMM contará com exposição de produtos, músicas e degustação de comidas brasileiras. Leia mais

Semana de Moda de Madri - De 17 a 19 de julho, em Madri, Espanha, o Brasil será o grande nome da 60ª Semana de Moda de Madri. Com 100m, o espaço brasileiro na SIMM contará com exposição de produtos, músicas e degustação de comidas brasileiras. Leia mais

Resultados Apex-Brasil - O presidente da Apex-Brasil, Alesssandro Teixeira, apresenta nesta quinta-feira os resultados do trabalho de promoção comercial no primeiro semestre de 2008, durante o III Workshop de Alinhamento Estratégico. Leia mais

Road Show - No próximo dia 16, o road show do maior projeto de promoção das exportações do setor de software e serviços já implementado no Brasil será realizado na cidade de Brasília, em uma iniciativa da Apex-Brasil e a SOFTEX. Leia mais

Beautyworld Dubai - A quinta participação brasileira na Beautyworld Middle East, que acontece de 18 a 20 de maio, em Dubai, nos Emirados Árabes, será marcada por uma novidade exclusiva: o Brazilian Lifestyle Lounge, um espaço de 60 m2. Leia mais

Missão Empresarial - A Apex-Brasil já selecionou os setores foco para os encontros de negócios na Rússia e na Polônia, que acontecem durante a Missão ao Leste Europeu, entre os dias 04 e 12 de junho. Veja quais são eles e como participar. Leia mais

Balança Comercial - Na segunda semana de maio, a balança comercial brasileira registrou exportações e importações acima da média, devido à regularização dos registros no Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex). Leia mais

Drawback - O novo sistema eletrônico de Drawback, na modalidade Suspensão, em ambiente web, está acessível no portal do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (www.desenvolvimento.gov.br). Leia mais

Estratégia da Apex-Brasil para a China

Abertura de um Centro de Negócios em Pequim e seminários em 52 cidades para mostrar o melhor do Brasil integram a estratégia da Apex-Brasil para alcançar o mercado chinês nos próximos dois anos.

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) preparou um conjunto ações para ampliar a inserção do Brasil no mercado chinês, baseada em estudos de mercado que apontam oportunidades para os produtos brasileiros em diversos setores. O plano estratégico inclui a participação de empresas brasileiras em feiras e eventos no país e a abertura de um Centro de Negócios em Pequim. A China é um mercado prioritário na estratégia de expansão das exportações, assim como Hong Kong - considerado um país “trader” por onde entram produtos brasileiros vendidos para a China.

Estudos elaborados pela Apex-Brasil indicam que o crescimento das exportações brasileiras de produtos como frutas, peles, tintas, produtos químicos, massas e preparação alimentícia, borracha, farinha para animais e metais não ferrosos supera o crescimento das importações totais chinesas. As exportações desses setores para a China cresceram, em média, 62%, enquanto as importações chinesas cresceram apenas 21%. Esses setores estão aumentando sua participação no mercado chinês, o que confirma as oportunidades de negócios para produtos brasileiros.

Por meio de parcerias com entidades representativas de mais de 60 setores da economia, a Apex-Brasil promove a participação no mercado chinês de fabricantes de vinhos, calçados, jóias, carne e petróleo e gás, fundição, máquinas e equipamentos, têxtil e confecções, refrigeração, ventilação e aquecimento, instrumentos musicais e couro. Em 2008 e 2009, estes setores participarão de 18 eventos naquele país.

Durante as Olimpíadas de Pequim, será organizado o espaço Casa Brasil, que inclui atividades de networking, exposição de artesanato, degustação de alimentos e bebidas, atividades com atletas, autoridades e celebridades brasileiras, além da exibição de conteúdo interativo sobre o Brasil e apresentações culturais. 

Em parceria com o Instituto de Cooperação Internacional – ICOOI, a Agência realiza, a partir deste mês, seminários em 52 cidades chinesas, levantando o perfil mais detalhado dos possíveis parceiros comerciais, de mercados locais e da logística que influencia a efetivação do negócio. Na China, as diferenças regionais são muitas. O exportador deve planejar seu posicionamento considerando as diversas localidades como mercados diferentes. Além de distintos, os mercados regionais são distantes e independentes, o que traz mais ênfase às estratégias com foco regional.

“O nosso objetivo é apresentar o Brasil aos chineses. Macau, por exemplo, com 500 mil habitantes, recebe 30 milhões de turistas por ano, oito vezes mais do que o Brasil. Apresentar a imagem comercial e cultural do Brasil é o caminho para aumentar os laços comerciais e de investimentos entre os dois países”, disse o presidente da Apex-Brasil Alessandro Teixeira, durante o lançamento do documento “Agenda China: Ações Positivas para as Relações Econômico-Comerciais Sino-Brasileiras”.

A Agenda China foi lançada nesta quinta-feira, 3 de julho, pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, pelo subsecretário-geral Político do ministério das Relações Exteriores, Roberto Jaguaribe, e pelo secretário das Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Célio Porto, durante evento realizado na Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília.


Centro de Negócios

A abertura de um Centro de Negócios em Pequim neste ano faz parte da estratégia da Apex-Brasil para facilitar o acesso das empresas brasileiras ao mercado chinês. A Agência mantém cinco Centros de Negócios no exterior: em Miami (EUA), Lisboa (Portugal), Dubai (Emirados Árabes), Varsóvia (Polônia) e Frankfurt (Alemanha).

Mercado Chinês

A China é o segundo maior exportador mundial, com US$ 1, 218 trilhão exportados em 2007, atrás apenas da Alemanha, que exportou US$ 1,327 trilhão nesse ano. Em termos de importações, a China ocupa a terceira posição. Importou US$ 956 bilhões em 2007, após os EUA (US$ 1, 953 trilhão) e Alemanha (US$ 1,059 trilhão).

Uma grande expansão de consumo deve acontecer no país, nos próximos 10 anos, guiada pela combinação do aumento dos salários e do salário mínimo, maiores lucros e ampliação do investimento governamental em áreas rurais. Estima-se que o número de famílias ganhando mais que US$ 5 mil por ano cresça 24% ao ano. Cerca de 5,8 milhões de famílias chinesas já possuem o estilo “ocidental” de consumo, com renda superior a US$ 10 mil por ano.


Mais informações:
Assessoria de Imprensa Apex-Brasil
(61) 3426-0202 – www.apexbrasil.com.br

 

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